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Dr. Nêuton Magalhães

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Estimulação do sistema nervoso periférico

O procedimento é indicado em casos de dor mononeuropática. A estimulação de nervos periféricos alivia a dor em até 80% dos casos de neuropatia periférica traumática. Pode ser utilizada para doenças diversas do sistema nervoso como, por exemplo, soluço intratável clinicamente.

Estimulação da Medula Espinhal

Indicada para aquelas dores ciáticas em choque ou queimação que permanecem após cirurgias para tratamento de hérnias de disco. Tem finalidade de proporcionar alívio da dor. Na estimulação elétrica da medula espinal, um eletrodo multipolar é introduzido por uma pequena cirurgia e é aplicado sobre a dura-máter que cobre a face posterior da medula espinal. Em seguida, o paciente fica internado numa fase de teste e havendo respostas satisfatórias no controle da dor, o paciente será submetido a uma nova cirurgia para implantar a bateria. O paciente recarrega esta bateria através da pele por telemetria, uma vez por semana. Quando ligado o neuroestimulador proporciona um formigamento sobre a área da dor, fazendo com que o cérebro “esqueça aquela dor”.

O paciente poderá levar uma vida normal após a cirurgia e poderá controlar estes estímulos para mais ou para menos de acordo com a sua intensidade da sua dor. Por exemplo, nos dias frios é comum haver um aumento da dor neuropática, então o paciente aumentará o estímulo.

Estimulação Cerebral Profunda

A Estimulação Cerebral Profunda está indicada para tratamentos de dores neuropáticas refratárias aos tratamentos medicamentosos e a procedimentos neurocirúrgicos periféricos. Por exemplo, dores faciais atípicas e dores talâmicas pós AVC ou relacionadas ao câncer. Geralmente, um eletrodo é implantado nos núcleos talâmicos ou na substância cinzenta periventricular ou na região parabraquial do mesencéfalo ou lemnisco medial, podendo obter alívio da dor em 50% a 80% dos casos.

Estimulação cortical

A estimulação do córtex cerebral proporciona melhora imediata em considerável número de casos de dor neuropática. A recorrência ocorre em 30% dos doentes. A melhora da dor por desaferentação está relacionada, provavelmente, com a supressão da atividade cortical da área motora.